”Baby please remember. ‘Cuz I’ll be waiting.”

É cativante o jeito do meu andar. Eu estive prestes a desabar segundos atrás. Ou diria anos? Só sei que hoje passei a não mais andar descalça. Esse chão tortuoso machucou meu pé. essa areia caracenta fez-me calos. Apenas tomei conta de mi mesma; eu  precisei.

Eu deixei cair; meu coração. Deixei-o pra te revinvindicá-lo. Ateei fogo com água. Estava escuro, me encontrava acabada; Tu me beijou e a glória renasceu. Meus braços eram fortes, mas os pés fracos; foi a sub-consequência, eu caí aos teus pés e tu tendo-me em teus braços. Mas o fato é que é cansativo viver com vírgulas. Respirar-te por 24 horas. Acho que só coloco-as mesmo pra não enjoar de mim. 

Foi um lindo verão. O sol nascia de fertilidade amante. Era opaco e rarefeito; arpoador de vida rústica aveludada de ternura. Nos encontremos novamente. Seria um sonho? Ah, mas não hai mais de questionar. Só sei que me perdi tentando te encontrar pra perto de mim de novo. Mesmo que seja farça, eu insisto. Preciso do teu calor de novo.

— Mas que tu vives, vives sem mim?

— Mas que te amo, tu me amarias?

Eu vi a chuva cair enquanto tocava seu rosto; Chorei o mar de fogo retrudante que exalava dentro de mim. Foi de carne a carne, músculo a músculo; Mas ouvi alguém sussurar enquanto era afogado em gritos, o seu nome. Apenas o seu nome.

— Paranoia.

— Mas..mas, estou me perdendo.

— Talvez tu não merecesse tudo isso. Talvez fosse praga. Eu te avisei desde o começo, vou partir teu coração. Esquece.

— Esqueçe? É vazio sem ti. Irresistível; imortal. Eu te amo, fica.

— Hostil. Adeus…

Às vezes eu acordo, passo pela porta, o coração que você ganhou deve estar esperando por você. Mesmo que, quando já não estamos mais, eu não posso me impedir de procurar por você. Eu pensava que me conhecia. De alguma forma você me conhece mais, eu nunca soube disso. Nunca antes.

Agora eu morri por dentro; mas de alguma maneira, continuei respirando. Ainda estou no presídio de alma à dentro atirando pedras quase-furadas pela a água da chuva no rio. Acendi a chamas; tem algo a queimar. Bem, eu senti algo morrer. Pelo menos tinha certeza de que seria…Uma última vez. Mas se incendiou e a água apagou, a cinza restou? 

”Eu rio, você oceano. Nós no mar fairante de amor.” (vitória albuquerque|d-evoid)

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